terça-feira, 27 de abril de 2010
AVALIAÇÃO 2010 - 1 UNIDADE
AVALIAÇÃO DE GEOGRAFIA
ORIENTAÇÃO
-OS ALUNOS CUJO O NÚMERO DE CHAMADA É PAR ( 2, 4, 6, ETC) VAI -FAZER A AVALIAÇÃO DO TEXTO 1, E OS ALUNOS CUJO O NÚMERO SEJA IMPAR ( 1,3,5) VAI FAVER O TEXTO 2
- APÓS A LEITURA FAZER UM RESUMO E ENTREGAR À COORDENADORA DO CURSO ATÉ SEXTA FEIRA
- COLOQUE O NOME, TURMA, NÚNERO
- BOA SORTE
TEXTO 1 ( 1 TEXTO)
Sintomas da Gripe Suína: A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A, que causa regularmente crises de gripe em porcos.
Recentemente a Gripe Suína vem tomando conta dos noticiários de todo mundo, a doença está mais forte no México, local onde deixou centenas de mortos. Neste artigo trazemos algumas informações que muitos de vocês devem ficar se perguntando, confira algumas respostas abaixo:
RISCO
Como a gripe suína mata?
A verdade é que qualquer tipo de gripe pode levar ao óbito, o que fica evidente é que as mortes são causadas em pessoas que possuem um sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido.
O principal risco relacionado à doença é uma inflamação grave dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões graves nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração.
Em todos os casos estas complicações podem levar a morte.
Quantos vírus de gripe suína existem?
No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.
Qual é o vírus que está causando a crise atual?
É uma versão nova do H1N1.
Consumir carne de porco pode causar gripe suína?
Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70ºC, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.
PREVENÇÂO
O que fazer para evitar o contágio?
O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.
- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.
- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.
- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
- Evite contato próximo com pessoas doentes.
- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.
Quais são os sintomas da gripe suína?
Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia
Há vacinas específicas para a gripe suína?
No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina, que deve ficar pronta em seis meses.
Texto 2 ( POSSUI DOIS TEXTOS)
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, aconselhou a prática de sexo como forma de combater a hipertensão. A doença, que avançou no País e agora atinge 24,4% da população, está associada a fatores genéticos, hábitos alimentares, obesidade e estresse.
"Fazer sexo ajuda", comentou o ministro. "As pessoas têm que se mexer. A pelada do final de semana não deve ser a única atividade. Os adultos devem praticar exercícios, caminhar, dançar, fazer sexo seguro", repetiu, acrescentando a sugestão de que as pessoas fizessem sexo "cinco vezes por semana".
Segundo especialistas ouvidos por VEJA.com, a frequência sugerida pelo ministro não ajuda no combate à hipertensão. "Não existe nenhuma evidência na literatura científica que comprove que a quantidade semanal de sexo tenha um impacto direto na pressão arterial", afirma o cardiologista Décio Mion, membro da Sociedade Brasileira de Hipertensão.
"Isso foi mais uma frase de efeito. Com base em pesquisas, nós recomendamos 30 minutos de atividade física de três a cinco vezes por semana. Se a pessoa quiser juntar esse tempo com os minutos de atividade sexual, tudo bem. Mas recomendamos a atividade regular", explica o cardiologista e nefrologista Celso Amodeo do Hospital do Coração (HCor).
Se encarado como fonte de bem-estar, o sexo pode estar na lista de atividades para prevenir doenças crônicas, segundo sugere Rui Povoa, cardiologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): "Sexo faz bem em todos os sentidos, não só contra a hipertensão. Apesar de não existirem estudos que comprovem essa relação específica, sabemos que o sexo pode ter um efeito relaxante. Se a pessoa relaxa, combate o estresse - o que pode ajudar contra a hipertensão."
As declarações foram dadas pelo ministro nesta manhã, durante o lançamento de uma campanha de prevenção contra a doença. A principal mensagem da iniciativa é: prevenir a pressão alta depende de escolhas individuais, como consumir alimentos saudáveis, manter peso ideal, exercitar-se com regularidade e reduzir a quantidade de sal na comida.
Temporão acrescentou à lista a prática de sexo. Ideal, emendou, para o combate ao estresse. "O deputado Darcísio Perondi falou cinco vezes ao dia. Mas acho que cinco vezes por semana está bom", disse, durante o lançamento da campanha.
Consumo de cigarro está ligado a fatores genéticos
25 de abril de 2010
Três estudos publicados na revista Nature Genetics concluíram que as variações genéticas individuais têm influência sobre o consumo de tabaco - em especial sobre o número de cigarros fumados diariamente, que supõem um indicador de dependência. "Fumar faz mal à saúde de toda pessoa. Mas é pior para alguns, e as descobertas atuais reforçam nossa capacidade de identificar esses indivíduos e dar a eles novos bons motivos para deixar de fumar", declarou Kari Stefansson, principal autor de um dos três estudos.
privada deCODE (Islândia), associada a pesquisadores internacionais, descobriu pequenas variações genéticas - uma simples letra ou poliformismo de única base (SNP, da sigla em inglês) do código genético, nos cromossomos 8 e 19 - que tendem a aumentar o número de cigarros fumados diariamente. Esse número é um indicador da dependência à nicotina e do risco maior de desenvolver câncer de pulmão.
As duas pequenas variações genéticas são frequentes. No caso dos fumantes, cada cópia dessas variações está associada a um pequeno aumento da quantidade de cigarros fumados (da ordem de meio cigarro diário), mas também a uma alta de cerca de 10% do risco de câncer de pulmão. Estudos anteriores já apontaram variações genéticas no cromossomo 15, associadas ao risco de ter câncer de pulmão.
Em conjunto, esssas variações permitem identificar uma parte bastante importante dos fumantes, cuja saúde está mais ameaçada pelo tabagismo que a média, afirmam os pesquisadores. Outros dois estudos da universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e de Oxford (Grã Bretanha) também identificaram variações genéticas, entre outros, do cromossomo 15, associadas à quantidade de cigarros fumados.
(Com Agência France-Presse)
ORIENTAÇÃO
-OS ALUNOS CUJO O NÚMERO DE CHAMADA É PAR ( 2, 4, 6, ETC) VAI -FAZER A AVALIAÇÃO DO TEXTO 1, E OS ALUNOS CUJO O NÚMERO SEJA IMPAR ( 1,3,5) VAI FAVER O TEXTO 2
- APÓS A LEITURA FAZER UM RESUMO E ENTREGAR À COORDENADORA DO CURSO ATÉ SEXTA FEIRA
- COLOQUE O NOME, TURMA, NÚNERO
- BOA SORTE
TEXTO 1 ( 1 TEXTO)
Sintomas da Gripe Suína: A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A, que causa regularmente crises de gripe em porcos.
Recentemente a Gripe Suína vem tomando conta dos noticiários de todo mundo, a doença está mais forte no México, local onde deixou centenas de mortos. Neste artigo trazemos algumas informações que muitos de vocês devem ficar se perguntando, confira algumas respostas abaixo:
RISCO
Como a gripe suína mata?
A verdade é que qualquer tipo de gripe pode levar ao óbito, o que fica evidente é que as mortes são causadas em pessoas que possuem um sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido.
O principal risco relacionado à doença é uma inflamação grave dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões graves nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração.
Em todos os casos estas complicações podem levar a morte.
Quantos vírus de gripe suína existem?
No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.
Qual é o vírus que está causando a crise atual?
É uma versão nova do H1N1.
Consumir carne de porco pode causar gripe suína?
Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70ºC, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.
PREVENÇÂO
O que fazer para evitar o contágio?
O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.
- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.
- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.
- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.
- Evite contato próximo com pessoas doentes.
- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.
Quais são os sintomas da gripe suína?
Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia
Há vacinas específicas para a gripe suína?
No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina, que deve ficar pronta em seis meses.
Texto 2 ( POSSUI DOIS TEXTOS)
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, aconselhou a prática de sexo como forma de combater a hipertensão. A doença, que avançou no País e agora atinge 24,4% da população, está associada a fatores genéticos, hábitos alimentares, obesidade e estresse.
"Fazer sexo ajuda", comentou o ministro. "As pessoas têm que se mexer. A pelada do final de semana não deve ser a única atividade. Os adultos devem praticar exercícios, caminhar, dançar, fazer sexo seguro", repetiu, acrescentando a sugestão de que as pessoas fizessem sexo "cinco vezes por semana".
Segundo especialistas ouvidos por VEJA.com, a frequência sugerida pelo ministro não ajuda no combate à hipertensão. "Não existe nenhuma evidência na literatura científica que comprove que a quantidade semanal de sexo tenha um impacto direto na pressão arterial", afirma o cardiologista Décio Mion, membro da Sociedade Brasileira de Hipertensão.
"Isso foi mais uma frase de efeito. Com base em pesquisas, nós recomendamos 30 minutos de atividade física de três a cinco vezes por semana. Se a pessoa quiser juntar esse tempo com os minutos de atividade sexual, tudo bem. Mas recomendamos a atividade regular", explica o cardiologista e nefrologista Celso Amodeo do Hospital do Coração (HCor).
Se encarado como fonte de bem-estar, o sexo pode estar na lista de atividades para prevenir doenças crônicas, segundo sugere Rui Povoa, cardiologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): "Sexo faz bem em todos os sentidos, não só contra a hipertensão. Apesar de não existirem estudos que comprovem essa relação específica, sabemos que o sexo pode ter um efeito relaxante. Se a pessoa relaxa, combate o estresse - o que pode ajudar contra a hipertensão."
As declarações foram dadas pelo ministro nesta manhã, durante o lançamento de uma campanha de prevenção contra a doença. A principal mensagem da iniciativa é: prevenir a pressão alta depende de escolhas individuais, como consumir alimentos saudáveis, manter peso ideal, exercitar-se com regularidade e reduzir a quantidade de sal na comida.
Temporão acrescentou à lista a prática de sexo. Ideal, emendou, para o combate ao estresse. "O deputado Darcísio Perondi falou cinco vezes ao dia. Mas acho que cinco vezes por semana está bom", disse, durante o lançamento da campanha.
Consumo de cigarro está ligado a fatores genéticos
25 de abril de 2010
Três estudos publicados na revista Nature Genetics concluíram que as variações genéticas individuais têm influência sobre o consumo de tabaco - em especial sobre o número de cigarros fumados diariamente, que supõem um indicador de dependência. "Fumar faz mal à saúde de toda pessoa. Mas é pior para alguns, e as descobertas atuais reforçam nossa capacidade de identificar esses indivíduos e dar a eles novos bons motivos para deixar de fumar", declarou Kari Stefansson, principal autor de um dos três estudos.
privada deCODE (Islândia), associada a pesquisadores internacionais, descobriu pequenas variações genéticas - uma simples letra ou poliformismo de única base (SNP, da sigla em inglês) do código genético, nos cromossomos 8 e 19 - que tendem a aumentar o número de cigarros fumados diariamente. Esse número é um indicador da dependência à nicotina e do risco maior de desenvolver câncer de pulmão.
As duas pequenas variações genéticas são frequentes. No caso dos fumantes, cada cópia dessas variações está associada a um pequeno aumento da quantidade de cigarros fumados (da ordem de meio cigarro diário), mas também a uma alta de cerca de 10% do risco de câncer de pulmão. Estudos anteriores já apontaram variações genéticas no cromossomo 15, associadas ao risco de ter câncer de pulmão.
Em conjunto, esssas variações permitem identificar uma parte bastante importante dos fumantes, cuja saúde está mais ameaçada pelo tabagismo que a média, afirmam os pesquisadores. Outros dois estudos da universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e de Oxford (Grã Bretanha) também identificaram variações genéticas, entre outros, do cromossomo 15, associadas à quantidade de cigarros fumados.
(Com Agência France-Presse)
domingo, 18 de abril de 2010
Encontro na terça-feira dia 27 de abril as 22;30 hs
Pessoas ta na hora de nossa avaliaçao, ela será online, eu vou disponibilizar a mesma no dia e hora marcado, muita atençao pois será a nossa primeira prova em ambiente virtual que eu estarei com voces no dia e na hora marcada para tirar as suas dúvidas.
Um forte abraço, e estou morrendo de saudades de voces.
Um forte abraço, e estou morrendo de saudades de voces.
O novo código de ética médica ( fazer resumo)
Abril de 2010
Código de Ética Médica
Entrou em vigor no país na última terça-feira o novo Código de Ética Médica. Depois de dois anos de consulta pública, o documento atualiza regras e princípios que o médico deve seguir no exercício da profissão. Temas como bioética e o tratamento de doentes terminais estão presentes na nova “constituição” dos profissionais de medicina. O Código foi aprovado com a participação de cerca de 400 delegados, entre conselheiros federais e regionais de medicina, além de representantes de várias entidades médicas. Confira a seguir o que muda com o novo Código:
MOSTRAR TODAS ESCONDER TODAS
IMPRIMA
1. O que é o Código de Ética Médica?
É um documento que reúne um conjunto de normas e princípios nos quais o profissional de saúde deve se basear para exercer seu trabalho. Entre os principais temas abordados, estão os direitos dos médicos, a responsabilidade profissional, direitos humanos, relação com pacientes e familiares, sigilo profissional, pesquisa científica e relações da medicina com a indústria farmacêutica.
2. O que acontecerá com os profissionais que desrespeitarem as normas do Código?
Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica, o novo Código é subordinado à Constituição Federal e à legislação brasileira. Em caso de denúncias de práticas indevidas, o profissional acusado é submetido à avaliação pelo Conselho Regional de Medicina: caso a denúncia se confirme, ele pode ser impedido de exercer a atividade.
3. Por que o novo Código foi criado?
O último Código havia sido publicado em 1988. Nas duas décadas que se passaram, surgiram novas situações na sociedade contemporânea, como a eutanásia, além de questões éticas suscitadas pela evolução da biotecnologia, como a manipulação genética. Para a atualização, o CFM considerou a consulta pública, códigos de ética médica de outros países e também posicionamentos já estabelecidos, registrados em pareceres e resoluções da Justiça
4.Quais foram são as principais inovações?
De acordo com o CFM, o texto atual “remove algumas obscuridades ou duplicações e destaca com mais vigor os princípios fundamentais da ética”. As mudanças vão desde a exigência de uma letra legível na receita médica – uma antiga reclamação de pacientes – até a proibição de escolha do sexo do bebê na reprodução assistida. O Código também é mais claro sobre as relações do médico com pacientes e familiares, hospitais e clínicas e com a indústria farmacêutica.
5.O Código atinge também os hospitais e clínicas?
De certa forma. O CFM afirma que o Código “não é determinado apenas pela profissão médica em si, também verifica o cumprimento dos regulamentos que regem a sociedade na qual os profissionais praticam a medicina”. Os serviços de saúde poderão ser atingidos pelo código já que ficou estabelecido que o médico é capaz de recusar atendimento caso as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar sua própria saúde ou a do paciente. Outro ponto é que o médico também não poderá faltar no plantão ou sair antes do horário estabelecido, sem a presença de um profissional para substituí-lo. Segundo o código, “na ausência de médico plantonista substituto, a direção técnica do estabelecimento de saúde deve providenciar a substituição”. Se forem respeitadas, as normas tendem a mudar a qualidade de atendimento em clínicas e hospitais – públicas e particulares.
6. A relação médico-paciente vai melhorar?
Sim, isso deve mesmo acontecer. O Código estabelece que o paciente ou representante legal deve consentir o procedimento ou tratamento a ser realizado, salvo em situações graves, com risco de morte. Outro ponto do documento chama a atenção para importância da opinião das pessoas submetidas a tratamento. Segundo o texto, “o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas”. O médico não poderá se opor, caso o paciente resolva recorrer a uma segunda opinião.
7. Agora a eutanásia será permitida?
Não. O médico não poderá abreviar a vida do paciente, mesmo se o ato for solicitado pelo próprio doente ou por seu representante legal. De acordo com o Código, em casos de doença incurável, o médico deve oferecer cuidados paliativos, que reduzem o sofrimento do paciente. O documento indica que procedimentos desnecessários e invasivos não devem ocorrer em doentes terminais.
8. O que vai mudar na relação dos médicos com a indústria farmacêutica?
A relação entre a medicina e a indústria farmacêutica não deve ser exercida com o objetivo de obter vantagem "pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional". Ou seja: os médicos não devem receber viagens, dinheiro ou qualquer outro tipo de benefício dos laboratórios em troca da indicação de medicamentos ou procedimentos.
9. Que outras restrições foram impostas aos médicos?
O médico não pode se associar a empresas que "anunciam ou comercializam planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios para procedimentos médicos". Eles também não poderão participar de anúncios, beneficiando-se de sua profissão.
10. Os avanços da biotecnologia foram discutidos no Código?
Sim. O médico não pode usar a medicina de reprodução assistida para criar embriões com o objetivo de escolher sexo ou para criar seres geneticamente modificados. Outro impedimento é criar embriões para investigação. Segundo o Código, “é vedado ao médico intervir sobre o genoma humano com vista à sua modificação, exceto na terapia gênica, excluindo-se qualquer ação em células germinativas que resulte na modificação genética da descendência”.
Código de Ética Médica
Entrou em vigor no país na última terça-feira o novo Código de Ética Médica. Depois de dois anos de consulta pública, o documento atualiza regras e princípios que o médico deve seguir no exercício da profissão. Temas como bioética e o tratamento de doentes terminais estão presentes na nova “constituição” dos profissionais de medicina. O Código foi aprovado com a participação de cerca de 400 delegados, entre conselheiros federais e regionais de medicina, além de representantes de várias entidades médicas. Confira a seguir o que muda com o novo Código:
MOSTRAR TODAS ESCONDER TODAS
IMPRIMA
1. O que é o Código de Ética Médica?
É um documento que reúne um conjunto de normas e princípios nos quais o profissional de saúde deve se basear para exercer seu trabalho. Entre os principais temas abordados, estão os direitos dos médicos, a responsabilidade profissional, direitos humanos, relação com pacientes e familiares, sigilo profissional, pesquisa científica e relações da medicina com a indústria farmacêutica.
2. O que acontecerá com os profissionais que desrespeitarem as normas do Código?
Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica, o novo Código é subordinado à Constituição Federal e à legislação brasileira. Em caso de denúncias de práticas indevidas, o profissional acusado é submetido à avaliação pelo Conselho Regional de Medicina: caso a denúncia se confirme, ele pode ser impedido de exercer a atividade.
3. Por que o novo Código foi criado?
O último Código havia sido publicado em 1988. Nas duas décadas que se passaram, surgiram novas situações na sociedade contemporânea, como a eutanásia, além de questões éticas suscitadas pela evolução da biotecnologia, como a manipulação genética. Para a atualização, o CFM considerou a consulta pública, códigos de ética médica de outros países e também posicionamentos já estabelecidos, registrados em pareceres e resoluções da Justiça
4.Quais foram são as principais inovações?
De acordo com o CFM, o texto atual “remove algumas obscuridades ou duplicações e destaca com mais vigor os princípios fundamentais da ética”. As mudanças vão desde a exigência de uma letra legível na receita médica – uma antiga reclamação de pacientes – até a proibição de escolha do sexo do bebê na reprodução assistida. O Código também é mais claro sobre as relações do médico com pacientes e familiares, hospitais e clínicas e com a indústria farmacêutica.
5.O Código atinge também os hospitais e clínicas?
De certa forma. O CFM afirma que o Código “não é determinado apenas pela profissão médica em si, também verifica o cumprimento dos regulamentos que regem a sociedade na qual os profissionais praticam a medicina”. Os serviços de saúde poderão ser atingidos pelo código já que ficou estabelecido que o médico é capaz de recusar atendimento caso as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar sua própria saúde ou a do paciente. Outro ponto é que o médico também não poderá faltar no plantão ou sair antes do horário estabelecido, sem a presença de um profissional para substituí-lo. Segundo o código, “na ausência de médico plantonista substituto, a direção técnica do estabelecimento de saúde deve providenciar a substituição”. Se forem respeitadas, as normas tendem a mudar a qualidade de atendimento em clínicas e hospitais – públicas e particulares.
6. A relação médico-paciente vai melhorar?
Sim, isso deve mesmo acontecer. O Código estabelece que o paciente ou representante legal deve consentir o procedimento ou tratamento a ser realizado, salvo em situações graves, com risco de morte. Outro ponto do documento chama a atenção para importância da opinião das pessoas submetidas a tratamento. Segundo o texto, “o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas”. O médico não poderá se opor, caso o paciente resolva recorrer a uma segunda opinião.
7. Agora a eutanásia será permitida?
Não. O médico não poderá abreviar a vida do paciente, mesmo se o ato for solicitado pelo próprio doente ou por seu representante legal. De acordo com o Código, em casos de doença incurável, o médico deve oferecer cuidados paliativos, que reduzem o sofrimento do paciente. O documento indica que procedimentos desnecessários e invasivos não devem ocorrer em doentes terminais.
8. O que vai mudar na relação dos médicos com a indústria farmacêutica?
A relação entre a medicina e a indústria farmacêutica não deve ser exercida com o objetivo de obter vantagem "pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional". Ou seja: os médicos não devem receber viagens, dinheiro ou qualquer outro tipo de benefício dos laboratórios em troca da indicação de medicamentos ou procedimentos.
9. Que outras restrições foram impostas aos médicos?
O médico não pode se associar a empresas que "anunciam ou comercializam planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios para procedimentos médicos". Eles também não poderão participar de anúncios, beneficiando-se de sua profissão.
10. Os avanços da biotecnologia foram discutidos no Código?
Sim. O médico não pode usar a medicina de reprodução assistida para criar embriões com o objetivo de escolher sexo ou para criar seres geneticamente modificados. Outro impedimento é criar embriões para investigação. Segundo o Código, “é vedado ao médico intervir sobre o genoma humano com vista à sua modificação, exceto na terapia gênica, excluindo-se qualquer ação em células germinativas que resulte na modificação genética da descendência”.
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