quinta-feira, 25 de março de 2010

NOVA ATIVIDADE de 25/03 a 01/04

Pessoal estamos na nossa segunda atividade, e para fazer o resumo seguindo as regras de resumo.
Aguardo as suas atividades.
obs, quem não fez a atividade anterior não pode fazer mais.

OBESIDADE

OBESIDADE

A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e constitui um estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzindo entre outros fatores pelo excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos, frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado da vida atual.

A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência familiar muito forte para a obesidade, pois filhos de pais obesos tem 80 a 90% de probabilidade de serem obesos.

A nutrição tem importância no aspecto de que uma criança superalimentada será provavelmente um adulto obeso. O excesso de alimentação nos primeiros anos de vida, aumenta o número de células adiposas, um processo irreversível, que é a causa principal de obesidade para toda a vida. Hoje, consumimos quase 20% a mais de gorduras saturadas e açúcares industrializados. Para emagrecer, deve-se pensar sempre, em primeiro lugar, no compromisso de querer assumir o desafio, pois manter-se magro, após o sucesso, será mais fácil.

Por que estamos tão gordos

Num tempo em que as formas esguias e os músculos esculpidos constituem um avassalador padrão de beleza, o excesso de peso e a obesidade transformaram-se na grande epidemia do planeta. Nos Estados Unidos, nada menos de 97 milhões de pessoas (35% da população) estão acima do peso normal. E, destas, 39 milhões (14% da população) pertencem à categoria dos obesos. O problema de forma alguma se restringe aos países ricos.

Com todas as suas carências, o Brasil vai pelo mesmo caminho: 40% da população (mais de 65 milhões de pessoas) está com excesso de peso e 10% dos adultos (cerca de 10 milhões) são obesos. A tendência é mais acentuada entre as mulheres (12% a 13%) do que entre os homens (7% a 8%). E, por incrível que pareça, cresce mais rapidamente nos segmentos de menor poder econômico.

O inimigo, desta vez, consiste num modelo de comportamento que pode ser resumido em três palavras: sedentarismo, comilança e stress. Estamos vivendo a era da globalização de um modo de vida baseado na inatividade corporal frente às telas da TV e do computador, no consumo de alimentos industrializados, cada vez mais gordurosos e açucarados, e num altíssimo grau de tensão psicológica.

A "mcdonaldização"

Em ritmo acelerado e escala planetária, as culinárias tradicionais vão sendo atropeladas pelo fast-food. E bilhões de seres humanos estão migrando dos carboidratos para as gorduras.

As conseqüências dessa alimentação engordurada podem não ser inocentes. Artérias entupidas e diabetes são apenas algumas das possíveis conseqüências do excesso de peso. Mas, independentemente das conseqüências, existe hoje uma unanimidade entre os médicos para se considerar a própria obesidade como uma doença. E o que é pior: uma doença crônica e incurável. Como a gordura precisa ser estocada no organismo, todo obeso tem um aumento do número de células adiposas (obesidade hiperplástica) ou um aumento do peso das células adiposas (obesidade hipertrófica) ou uma combinação das duas coisas.

Esse é um dos fatores que faz com que, uma vez adquirida, a obesidade se torne crônica. O indivíduo pode até emagrecer, mas vai ter que se cuidar pelo resto da vida para não engordar de novo. É por isso também que, a longo prazo, os regimes restritivos não resolvem. Com eles, a pessoa emagrece rapidamente. Mas não consegue suportar, por muito tempo, as restrições impostas pelo regime. E volta a engordar. É o chamado "efeito sanfona", o massacrante vai-e-vem do ponteiro da balança.

O primeiro passo: levantar da poltrona e mexer o corpo

O sedentarismo é a causa mais importante do excesso de peso e da obesidade. Por esse simples motivo, a atividade física tem que ser o primeiro item de qualquer programa realista de tratamento da doença. A pessoa sedentária deve começar reeducando-se em suas atividades cotidianas. Se ela mora em apartamento, por exemplo, pode utilizar as escadas, em vez do elevador. Mesmo isso, porém, deve ser feito gradativamente. A pessoa que mora no sétimo andar pode subir apenas um lance de escada no primeiro dia e o restante de elevador. E ir aumentando o esforço, dia após dia, até conseguir galgar todos os andares.

A partir daí, abre-se espaço para uma atividade física sistemática. Mas é preciso que seja uma atividade aeróbica (caminhada, esteira, corrida, bicicleta, hidroginástica, natação, remo, dança, ginástica aeróbica de baixo impacto etc.), com elevação da freqüência cardíaca a até 75% de sua capacidade máxima.

Nessas condições, a primeira coisa que o organismo faz é lançar mão da glicose, armazenada nos músculos sob a forma de glicogênio. Depois de aproximadamente 30 minutos, quando o glicogênio se esgota, o organismo começa a queimar gordura como fonte de energia.

As dietas restritivas devem ser evitadas. Até porque, exatamente pelo fato de serem desbalanceadas, o organismo se defende espontaneamente delas, fazendo com que, após um período de restrição, a pessoa coma muito mais. O que o indivíduo precisa, isto sim, é buscar uma mudança no estilo de vida, pois os fatores comportamentais desempenham, de longe, o papel mais importante no emagrecimento.

Segure a compulsão

* Faça um diário alimentar e anote tudo o que você come.
* Obedeça rigorosamente ao horário das refeições, comendo com intervalos de 4 a 5 horas.
* Jamais pule refeições.
* Quando, fora dos horários, surgir a vontade de comer, busque uma alternativa (caminhada, exercícios físicos etc.) que reduza a ansiedade.
* Antes de cada refeição, planeje o que você vai comer e prepare cuidadosamente a mesa e o prato.
* Preste a máxima atenção ao ato de comer. Não coma enquanto lê ou assiste televisão.
* Mastigue bem e descanse o garfo entre cada bocada. Isso ajuda a controlar a ansiedade. Mas é eficiente também porque existem dois mecanismos que promovem a saciedade. Um, de natureza mecânica, atua rapidamente, com o preenchimento do estômago. O outro, mais lento, depende da troca de neurotransmissores no cérebro. Comendo devagar, a pessoa dá tempo para que esse segundo mecanismo funcione.
* Jamais faça compras em supermercados de estômago vazio, para não encher o carrinho com guloseimas.
* Não estoque comidas tentadoras (doces, sorvetes, salgadinhos) em casa. Tenha sempre à mão opções saudáveis.
* Não vá a festas de estômago vazio. Se, chegando lá, você não resistir à tentação de comer alguma coisa, escolha aquilo de que mais gosta e dispense o resto.

Da acupuntura à cirurgia de estômago

Além da fórmula "atividade física + reeducação alimentar + psicoterapia”, há uma vasta gama de tratamentos auxiliares, que vão desde a acupuntura até a cirurgia. A acupuntura entra em cena porque o acúmulo de gorduras ocorre em determinadas partes do corpo onde existe uma queda do metabolismo muscular.

A cirurgia - que não se confunde com a mera lipoaspiração e destina-se a reduzir o volume do estômago - pode ser uma alternativa nos casos de obesidade mórbida, quando o excesso de gordura coloca em sério risco a saúde da pessoa.

O estômago é inervado pelo nervo vago, que o conecta ao hipotálamo. Quando a pessoa fica com o estômago dilatado de tanto comer e o hipotálamo ainda produz uma sensação de fome, mesmo estando perfeitamente alimentada, a pessoa continua comendo, até que o estômago se encha mais. O resultado é uma dilatação ainda maior. Em tais casos, esse órgão, que foi drasticamente alterado pelo hábito alimentar, talvez precise ser cirurgicamente refeito. Com o estômago diminuído, o indivíduo passa a se satisfazer com menos comida

segunda-feira, 15 de março de 2010

TEXTO PARA O RESUMO



É possível seguir algumas directrizes e continuar a comprar alimentos saudáveis, ao invés de passar, devido à crise, para uma dieta de batatas fritas, queijo e massas, ou hambúrguer e cachorro quente.

Faça o seu próprio café em casa, compre fruta e legumes da estação, e ocasionalmente, substitua a carne por fontes de proteínas alternativas, como ovos e feijão, e, mesmo que pareça uma solução fácil, barata e muito tentadora, mantenha-se afastado das cadeias de Fast-Food. A fotografia bonita não compensa a falta de nutrição.

“Os tempos de crise financeira, como a que atravessamos de momento devido ao preço do petróleo, não significa que tenhamos de nos alimentar de forma pouco saudável”, diz Aleitor Mendes, um conhecido nutricionista de São Paulo, Brasil. “Ao planear com tempo, comprar nas feiras e mercados e aproveitar os produtos de marca própria dos hipermercados podemos poupar muito dinheiro e ao mesmo tempo fornecer alimentos ricos e saudáveis para toda a família.”

Fruta e Vegetais

“Comprar alimentos frescos é demasiado caro”. Errado. De facto, comprar fruta e legumes da estação é bastante económico. Aproveite para comprar alguns alimentos em maior quantidade, poderá também poupar sobre o “desconto de quantidade”

Se não estiverem na estação, poderá adquirir fruta ou legumes enlatados a preços muito acessíveis. Aproveite e confira as marcas próprias dos hipermercados, já que a qualidade é assegurada e a preços muito inferiores. Estes alimentos são enlatados ainda muito frescos, pelo que a qualidade nutricional se mantém praticamente na íntegra.

Uma das melhores formas de conseguir vegetais e frutos frescos é cultivá-los você mesmo, caso possua um quintal ou um pequeno jardim com espaço suficiente para o fazer. Caso não tenha espaço, poderá sempre plantar ervas frescas num vaso dentro de casa.

Proteínas

Conseguir proteínas pode ser algo complicado com um orçamento reduzido. Filet mignon, bife do lombo ou lagosta fresca é apenas uma miragem para carteiras apertadas, mas poderá ainda encontrar boas peças de carne a preços baixos.

Em primeiro lugar, é preferível comprar peças de carne “não preparadas”. Poderá marinar ou rechear a carne você mesmo, não precisa que o talho ou loja faça isso e cobre pelo serviço. Poupa dinheiro, e poderá ter um maior controlo sobre o teor nutricional e o nível de sal dos temperos. Comprar galinha inteira com os ossos custa bastante menos, e poderá retirá-los facilmente para preparar uns saborosos peitos de galinha. As carnes menos nobres da vaca ou do porco são bastante mais baratas, contudo, apresentam muitas vezes uma rigidez ou gorduras que se podem tornar bastantes desagradáveis. Ao estufar estas carnes, o tempo de cozedura vai fazer a carne amolecer e devido ao tempo da confecção vai obter um saboroso prato.

E a carne não é a única opção. Considere substituir a carne por alternativas proteicas duas ou três vezes por semana. O feijão, ovos ou manteiga de amendoim são apenas exemplos de excelentes fontes de proteínas que ajudam a manter bons níveis de nutrição em tempos de crise.

Cereais

Tal como no caso das fontes de proteínas, comprar produtos menos processados é preferível. Prefira arroz (integral) às misturas que muitas vezes são apenas engenhosos truques de marketing que nada beneficiam a sua nutrição e saúde.

É também uma boa ideia comprar pão, bolo-pão ou tortillas quando estão a preços mais acessíveis e congelá-los para comer mais tarde. O valor nutricional mantém-se praticamente inalterado por bastante tempo.

Bebidas

Uma excelente solução para poupar mais é comprar um filtro de água em vez de comprar água engarrafada. Se preferir os sumos, opte por concentrados em vez de refrigerantes.

Beba o café da manhã em casa. Acrescentar umas gotas de leite ou natas (magras) dará ao café da manhã um toque especial, e muito mais barato do que sair todas as manhãs para tomar o pequeno almoço na rua.

Snacks

Os snacks (batatas fritas de pacote, tiras de milho de pacote, etc) são normalmente produtos de pobre nutrição e pouco saudáveis. Evite este tipo de produtos, mas se não conseguir viver sem eles, opte por pacotes familiares e faça você mesmo os pacotes individuais. Poupará cerca de 50%.

Dicas Gerais

- Compre produtos de marca própria do hipermercado (ou marca branca)

- Compre produtos familiares e em pacotes grandes para poupar dinheiro e faça depois em casa pacotes individuais.

- Compre produtos em saldo ou em promoção e congele para consumir mais tarde.

- Não caia nas armadilhas dos hipermercados. Junto às caixas para pagar estão colocadas várias “ilhas” de produtos como pastilhas elásticas, gomas, doces, bolos, biscoitos, entre outros, que as pessoas são tentadas a comprar enquanto esperam na fila para pagar. Concentre-se na secção dos legumes e frutas frescos.

- Use coupons de descontos. Mas apenas para aqueles produtos que já consome normalmente, e não para produtos ricos em gorduras ou açúcares.

- Cozinhe em casa e evite sair para jantar.

- Mas se decidir sair para jantar fora, não se envergonhe e caso sobre muita comida, diga ao empregado para guardar e leve para casa.

- Substitua a carne por outras fontes proteicas de custo reduzido duas a três vezes por semana.



UM FORTE ABRAÇO PARA TODOS

ATIVIDADES 01

Caros alunos

Com base na pesquisa que foi passada para voces em sala de aula ( como se faz resumo) , vamos utilizar a pesquisa e fazer um resumo do texto abaixo.
Postem o resumo no meu email.
costasam74@gmail.com

sexta-feira, 12 de março de 2010

QUANTO VALE O SEU TEMPO?

O VALOR DO TEMPO

Para entender o valor de um ano:
Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.

Para entender o valor de 9 meses,
pergunta a uma mãe que acaba de
dar a luz um filho.

Para entender o valor de um mês:
Pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.

Para entender o valor de uma semana:
Pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para entender o valor de uma hora:
Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.

Para entender o valor de um minuto:
Pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, ônibus ou avião.

Para entender o valor de um segundo:
Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente.

Para entender o valor de um milissegundo:
Pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nas olimpíadas.

O tempo não espera por ninguém.
Valorize cada momento de sua vida.
Você irá apreciá-los ainda mais se puder dividi-los com alguém especial.

METODOLOGIA CIENTÍFICA

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO CIENTÍFICO
ESTRUTURA
1) Capa
2) Sumário
3) Introdução
3.1) Justificativa
3.2) Objetivos
4) Metodologia e cronograma
5) Desenvolvimento
6) Resultados (gráficos, tabelas, porcentagens, etc.).
7) Conclusão
8) Apêndices.
9) Referências ou fontes de consulta
10) Anexos.
11) Contracapa
1. Orientações gerais: O trabalho de pesquisa deve ser limpo e organizado, sucinto e claro, com
redação própria e ortografia correta. Evite usar cores na escrita do texto. O trabalho de pesquisa
não deverá ser feito em folha de caderno. Caso possua fotos ou gravuras, as mesmas deverão ser
relacionadas ao tema.
2. Papel: a pesquisa poderá ser manuscrita em papel almaço branco pautado ou digitada em papel
branco de formato A4.
3. Numeração das Páginas do Documento: As páginas devem ser numeradas seqüencialmente a
partir da Introdução, em algarismos arábicos, no canto inferior direito, sem traços, pontos ou
parênteses.
4. Margens: Devem permitir encadernação.
Margem esquerda: 3.0 cm
Margem direita : 2.0 cm
Margem superior : 3.0 cm
Margem inferior : 2.0 cm
5. Espaço: no texto digitado utilizar espaço 1,5 entre linhas, com alinhamento justificado.
6. Digitação do Documento: Os trabalhos devem ser apresentados de modo legível, através de
documento digitado em espaço de um e meio (1,5) [exceto as referências, que devem ter espaço
um (1)]. Recomenda-se a utilização da fonte “Arial” ou “Times New Roman”, tamanho 12. Tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras.
7. Capa: Na parte superior à direita devem ser colocados os dados de identificação
(identificação da Escola, curso, disciplina, professor (a), identificação do aluno). Na parte
central, o título (do tema), os autores, e na parte inferior o local e a data.
8. Sumário: relaciona com números as principais divisões e seções do texto na mesma ordem em
que eles se sucedem, a fim de identificar a sua localização no corpo da pesquisa.
9. Introdução: Nesta primeira parte o aluno deve incluir:
Apresentação geral do assunto do trabalho;
A justificativa e o objetivo do tema abordado.
10. Metodologia / Cronograma: Como o nome indica, está relacionado com o modo de obtenção dos
dados que sustentarão a pesquisa, podendo existir uma infinidade de métodos! Lembrar que um
cientista deve ser curioso e criativo! Já o cronograma é de fundamental importância para que o
estudante se organize na construção do trabalho. Estabelecer prazos para as tarefas
pretendidas é um passo importante!
11. Desenvolvimento: O desenvolvimento é o corpo do trabalho, é a pesquisa em si. Nesta fase o
estudante desenvolve o assunto abordado de acordo com o roteiro entregue previamente.
12. Resultados: (Caso tenha feito um experimento controlado, entrevistas, etc). Montagem de
gráficos, tabelas, etc., sempre com legendas.
13. Conclusão: Devem ser fundamentadas nos resultados, contendo deduções lógicas e
correspondentes. Refere-se à introdução.
14. Apêndices: Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento elaborado pelo(s) autor
(res).
15. Anexos: Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor.
Nesta seção o aluno pode colocar imagens com legendas (gravuras, fotos, recortes de revistas,
periódicos etc.) relacionadas ao assunto.
16. Fontes de Consulta: Listagem das fontes primárias pesquisadas (livros), e secundárias (revistas,
jornais, periódicos, Internet, etc). Sugere-se usar no mínimo um conjunto de 03 (três) fontes
sobre o assunto. Deve ser relacionada em ordem alfabética.
Como indicar a fonte:
1. Livro: Último sobrenome do autor, 1°nome. Título da obra, cidade, editora, ano.
2. Enciclopédia: Grande Enciclopédia Denta-Larousse, vol. 7, Rio de Janeiro, Delta, 1995.
3. Uma reportagem de revista ou jornal: Superinteressante, ano XI, n° 12, dezembro de
1995, pp. 34-39.
4. Página da Internet: www.eb.com acesso em / /
5. Dentre outras.
DICAS:
Uma boa pesquisa não deve ser uma cópia. O estudante deve pesquisar em diversas
fontes científicas, criando assim um conjunto de informações sobre o assunto
pesquisado. Só assim terá apoio para criar sua argumentação na conclusão.


A Internet é uma fonte secundária, tendo em vista que poucos sites têm o respaldo
científico. O aluno deverá ter muito cuidado ao pesquisar e se preocupar com esta
questão.
17. Contra Capa: Capa final em branco

Colégio Projeção - Unidade Guará
Professor(a):
Disciplina: Série
TÍTULO
Autor(res)
1) CAPA
SUMÁRIO
Título __________ 01
Título __________ 02
Título __________ 03
Título __________ 04
2) SUMÁRIO
INTRODUCAO
Justificativa
Objetivos
3) INTRODUÇÃO
3
5) DESENVOLVIMENTO
CONCLUSAO
7) CONCLUSAO
REFERÊNCIAS
1. __________________
2. __________________
3. __________________
4. __________________
8) REFERÊNCIAS
4
TITULO
1.0 Título do
capítulo
2.0 Título de outro
capítulo
2.1 Subtítulo
6) RESULTADOS
4) METODOLOGIA E
CRONOGRAMA
9) APÊNDICES (Opcional)
5